LOBO MAU (PT)
co-programação Capote Música
27 novembro, 21h30 • SOIR
LOBO MAU é a banda de David Jacinto, Gonçalo Ferreira e Lília Esteves. Depois de colaborarem na mítica banda TvRural, uniram-se na criação do universo sonoro das canções que nascem da sua partilha artística, enquanto músicos, autores, compositores, intérpretes e produtores.
Depois de NA CASA DELE (LP, 2020) e VINHA A CANTAR (EP, 2021), a banda apresenta o seu mais recente trabalho de originais, AGARRADO AO MUNDO.
São 9 canções que nos transportam para o universo folk/rock português, tão característico da banda, em comunhão com o resultado da experimentação de novas texturas sonoras, como vem sendo habitual na composição do trio lisboeta e na personalidade sonora deste lobo. Neste 3º álbum, ele questiona e questiona-se, observa e observa-se, é e deixa-se ser, e, nesta relação ambígua entre o seu mundo interior e o que o rodeia, vai-se agarrando ao que lhe é familiar e fundamental.
Com a contribuição dos músicos João Pinheiro na bateria, David Santos no baixo, Jorge Machado na percussão e electrónica, João Gil nas teclas e Moisés Fernandes no trompete, este álbum é a afirmação poética e musical que se segue no percurso da banda. É um conjunto de canções que podem ser ouvidas como uma só, começando com a forte batida do primeiro single e terminando com a corrente de ar que nos eriça a pele depois de uma viagem que dura em nós, bem para além dos 1877 segundos do álbum.
Ao vivo, a sonoridade de LOBO MAU pode ser tão múltipla como o são as suas reflexões. Por vezes tem um tom íntimo, como um sussurro penetrante da guitarra e das duas vozes, outras é como a rebentação do mar bravo, compassado, intenso e cheio de paisagens sonoras quando a ele se juntam a bateria, o baixo, as teclas, a electrónica, o violoncelo ou as percussões.
O palco é a sua casa, e a sua casa é o local onde a sua música cria laços com quem o ouve, com quem lhe reconhece as estórias, as sensações e a essência da sua sonoridade indie, rock, folk, tuga, com qualquer coisa de indefinível e que faz eco em quem o sente e ao qual também pertence.
O primeiro single, 3 SEGUNDOS DE NADA, estreou a 19 de Agosto de 2022 e o segundo, A ÁRVORE, a 10 de Outubro. Ambos já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
SERIGOSA (PT)
28 novembro, 21h30 • SOIR
Serigosa é um projeto musical que propõe uma viagem pelas raízes da Península Ibérica, fundindo cantos tradicionais com sonoridades mais modernas. O seu repertório percorre diferentes territórios ibéricos, interpretado em várias línguas e dialetos. Com acordeão, violoncelo, guitarra, vozes e percussões ibéricas, criam uma ponte entre tradição e atualidade, a partir de um discurso feminino que liga as mulheres de ontem e de hoje. O projeto passou por festivais como Andanças, Tradidanças e Son de Raiz, e por várias salas entre Portugal e Espanha.
Circuito Musical Musa
29 novembro, 16h30 • Centro de Artes João Cutileiro
Formado por alunos da Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Évora “Eboræ Mvsica”, o quinteto propõe um breve percurso por diferentes universos musicais. O programa inclui obras de George Gershwin, temas de bandas sonoras e outros temas de caráter variado, numa apresentação de música de câmara pensada para dialogar com o espaço e com a circulação do público. Tratando-se de um programa breve, as peças poderão ser repetidas ao longo da sessão, caso o formato do evento o justifique.
O Quinteto de Cordas do Conservatório Regional de Évora “Eboræ Mvsica” é uma formação criada especificamente para esta participação no projeto MUSA — Música pela Sensibilização Ambiental. Reúne jovens músicos da Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Évora “Eboræ Mvsica”, proporcionando-lhes uma experiência de música de câmara e de apresentação pública num contexto artístico distinto do habitual.
